segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Maminha ao forno com batatas ao murro


Um dos meus filhotes voltaram de uma viajem à China, Amsterdã, São francis à Los Angeles e Panamá. Trabalho, amigo, surf e surf!

Nem sei se ele vai gostar que estou escrevendo aqui sobre a viagem dele , mas acho tão fora do comum, tão interessante, se não gostar, me perdoe...já foi... coisas de mãe...perdoa!


Depois de um mês chegando de madrugada, indo direto pro trabalho, nem mal falei oi, já se foi...

Preparar uma boa carne para o almoço, que tal?

Maminha com sal grosso e pimenta do reino, alecrim, umas cabeças de alho que ele adora, umas cebolas e batatas ao murro.

As batatas, fazer uma cama de sal grosso, colocar as batatas molhadas, mais sal grosso por cima, forno e quando tiverem cozidas, tirar , dar um murro nas batatas, colocar azeite e comer!

Deixar no forno à 260 graus por 40 minutos e pronto!

Noutro dia me disseram , pela milésima vez, que eu não dou as receitas.

É verdade? Achei que dava direitinho, além das fotografias passo a passo.

Vou ter que me esforçar mais, pelo jeito só eu acho que estou dando a receita.

Podem reclamar mais, assim eu capricho nos detalhes que para mim são óbvios , mas para os outros não.

Nem sei se vai dar tempo para almoçar, Joana, Rafael, vizinhos, apareçam!!! Hahahaha!

Vou ver um filminho da mostra bem na hora do almoço...Nem sei se vou, estou morrendo de saudades do pequeno grande homem.

Bom esta receita aqui não tem mesmo muito mais o que falar.

Roast beef de forno feito milhões de vezes e principalmente às segundas feiras que me faltam inspiração. Hoje foi até de propósito para o Chico comer carne, mas geralmente é por falta de opção mesmo.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Coitado do gavião!



Seis horas da manhã já estava na varanda com meu fiel escudeiro Step. Ainda bem que está quente, senão jamais estaria neste humor matinal.

Acabei de presenciar uma briga de dois gaviões com um monte de passarinhos nos prédios aqui na frente.

Nesta nesga de céu, chegaram dois gaviões e se puseram a procurar alguma coisa que eu acho que eram os ninhos dos outros passarinhos.

Fiquei estarrecida olhando, sem saber se eram mesmo gaviões ou se estava delirando a esta hora da manhã. Eram mesmo!

Entraram numa das varandas, um ficou e o outro foi para o prédio da frente.

Tamanho rebuliço! Milhões de pequenos começaram a dar piruetas, rasantes, começou uns piu pius mais fortes, uma ajuntação de mais passarinhos.

Fiquei morrendo de pena deles achando que estavam apavorados.

Não desgrudei o olho.

Me deu vontade de pegar a máquina para tirar uma fotos , mas fiquei pensando se sairiam ou não,as fotos,  e aí de repente comecei a notar que os passarinho expulsaram o gavião que estava na varanda.

Ele saiu voando com um monte atrás dele, aos berros, ou melhor, aos pius.

O outro ficou no prédio da frente numa janela quietinho até que os pequenos voltaram e começaram a atacá-lo na cabeça.

Um a um vinham e davam uma bicadinha, coitado. Deu até pena!


Não tive dúvida, levantei e corri para pegar minha máquina de retrato. Quando voltei...

Nada, tinham ido embora.

Fiquei lá parada sem saber o que fazer.

Sem acreditar nesta cena que acabara de ver e pensando nas novas árvores da cidade, os prédios.

Pensar na lei florestal, no reflorestamento, nos senadores, na nossa pobre cidade, no nosso Brasilzim.

Nesses coitados passarinhos nestas frestas de céu, usando os prédios como árvores, as varandas como galhos.


Coitados dos gaviões não sabem mais caçar, e por que não coitada de mim acordada às seis horas da manhã para ficar com o cachorro que não tem quintal para brincar e tem que ficar numa varanda sem graça sem outros cachorros, pelo menos faço um pouco de companhia para ficar mais divertida a vida.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Chuchu com camarão


Carmem Miranda que o diga, comidinha mais brasileirinha e gostosa.


Simplinha, simplinha, delícia que vem lá de trás das minhas avós, da minha mãe, do Rio de Janeiro, daquele dia de sol, com uma forofinha e um arroz para acompanhar.

Nada de pescar os camarões! Diziam meus irmãos e primos! Tem que comer o chuchu também!


Eu nunca impliquei com o coitado do chuchu.

Adoro chuchu recheado com carne moída, salada de chuchu com bacon que minha avó Gilda fazia sempre, soufflé de chuchu, chuchu com molho branco e queijo no forno.

Talvez na época do colégio Sion eu odiasse. Deveria ser um chuchu aguado, sem graça como os chuchus de hospital.

E quando era pequena e diziam que fulana dava mais que chuchu na serra! Depois que agente vê um pé de chuchu carregado é que entendemos... Depois que crescemos também...

Agora, chuchu com camarão é uma joia rara.

Lembro de duas amigas decorando a letra da música cantada pela Carmem Miranda que falava que ela tinha voltado americanizada, mas no fundo ela gostava mesmo era de camarão com chuchu.


Chuchu bem temperadino, refogadinho, com sal , azeite, cebola, alho, tomate pimenta e depois que ele estiver quase cozido, joga-se os camarões e deixa acabar de cozinhar bem rápido.

Faça uma farofa de farinha de mandioca com bastante manteiga e sal, um arroz branco e delicie-se.

Espero que esteja sol...
 
Oba! Está sol e Marina vem almoçar! A Joana também, duas chuchuzinhas que adoram camarão!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Será que arroz cozinha no forno?


Será que arroz cozinha no forno?
Vamos usar a lógica.

Se tiver caldo, umidade e tempo suficiente, cozinha.


Quero fazer umas sobre coxas com alho poró no forno que são as únicas coisas que tenho na minha geladeira e não estou com a mínima vontade de sair agora para comprar nada, nem estou com tempo porque de manhã, às terças e quintas, faço ginástica e nado! Finalmente sou gente grande! Tenho personal! Faço ioga às segundas à noite. Pode?

Cheguei lá finalmente, e sem culpa!

Deixando toda essa esnobação de lado, é que estou me sentindo tão importante com tudo isso...

Voltando às comidas!

Fiquei pensando em dar uma incrementada com um arroz vermelho que comprei e ainda não usei.

Fazer arroz? Não mesmo, panelinha japonesa em ação! Para duas pessoas que estão evitando carboidratos?

Percebem que não é tão fácil assim cozinhar para pouca gente, fazer regime, não ter muitas opções?

Resolvi colocar o arroz junto com o frango, o alho poró e um caldo de galinha, desses prontos mesmo, diluídos, nada de sal e bastante pimenta do reino.

Forno bem baixinho, muito tempo para deixar o arroz cozinhar e ficou uma delícia!

Gosto de cozido.

Eu adoro cozido!

Os poucos arrozes, arrozes? É assim mesmo, que ficaram por cima ficaram croc , croc, e o resto al dente, mas muito saboroso.

Adorei esta receita. Podem incrementar com mais legumes, abobora, brócoli, e o que tiver, coisa que eu não tinha!

domingo, 23 de outubro de 2011

Chocolate quente com mashmelow



Que tal domingo de manhã, na casa da tia-avó, tomar um café da manhã como daqueles de filmes que têm neve, crianças falando outra língua, coisas que lembram filmes de Natal, americanos, ingleses, nada com o nosso calor, o nosso chocolate geladinho, chá mate na praia, sucos de mil frutas diferentes.

Só pra variar, numa manhã acho que vale a pena!

Chocolate bem amargo, um pouquinho de açúcar, leite e levar ao fogo até ficar bem quente.

Despejar numa xicrona e ir , aos poucos colocando um a um o mashmelow até que ele derreta um pouco. Ir comendo quando ele começar a derreter e ir tomando o chocolate amarguinho com aquele docinho misturado.

Vai ficar ou não na lembrança? Precisa de muito frio? Precisa de neve? Precisa falar inglês? Ser Natal?

Não! Só precisa curtir!
Ah! Não esqueçam uma torradinha com manteiga e sal para acompanhar...

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Short Rack de Cordeiro "costelinhas"


Depois de passar esta semana sem ninguém aqui em casa para fazer comidinhas, com uma gripe danada, aproveitei para fazer um regiminho de comidas, de compras, de ginástica, acabei não fazendo quase nada a não ser tossir, dormir e tossir!


Hoje maridão volta do Rio de Janeiro,vou almoçar com a norinha, vou levar o Step para vacinar, vou dar uma passadinha na dermatologista e tirar uma pintinhas, já que sou uma pessoa que tomo sol, mesmo com muito protetor, tomo sol! Voltei ao normal.

Bom, isso tudo para dizer que quero fazer uma comida sem me dar nenhum trabalho.

Comprei umas costelas de cordeiro já temperadas, Short Rack, umas batatas já cortadas e descascadas, um pupunha também cortados e limpos e só temperei com sal grosso, pimenta do reino e alecrim nas batatas e sálvia no pupunha. Forno alto e esperar tudo ficar douradinho , perfumadinho, gostosinho.

Já chegou o fim de semana, amanhã já é sexta- feira, semana quase perdida por causa desta gripe.

Ainda bem que começa o festival de cinema!

Vamos ver se este ano vou prestigiar e consigo pelo menos ver alguns, ando com muita vontade, mas ainda não estou totalmente informada das novidades.

Suspendi uma aula que ia dar, a revista que escrevi um artigo saiu, o livro está empacado, acho que eu estou empacada!

Sai de mim gripe! Dor de ouvido ninguém merece...

sábado, 15 de outubro de 2011

Que Bomba!


 Pois é, faz tempo que eu não escrevo sobre alguma loja ou restaurante daqui de perto de casa.
 Ando indo aos mesmos lugares, fazendo compras também nos mesmos lugares, me acostumei com tudo, virei freguesa, já conheço os melhores e os podres de cada pedaço por aqui, mas hoje tive uma surpresa.

 La Bombe! Isso! Uma patisserie só de bombas! Aqui do lado! Na Rua Pinheiros em frente ao Le Jazz!
 Uma verdadeira bomba! Para quem faz regime, para quem quer comer um docinho à tarde, levar para casa como fiz neste fim de semana chuvoso...

 Terrivelmente bom, bommmmmba!
 Cremosa, delícia...

 Não podia ter passado lá. Não podia ter caido na tentação, mas foi mais forte do que eu.
 A curiosidade, tive que experimentar, tenho que saber se é bom ou não. Infernal!
 Sempre me perco nessas coisas, nas novidades.
 Por isso estou sempre recomeçando e recomeçando este maldito regime.
 Vocês me entendem, né? Não posso passar na frente e fingir que não vi. Alguém pode ir lá, me falar que comeu, gostou ou não e eu não fui ver? Nem pensar!

 Agora já fui, já provei, já aprovei e vou me controlar para não ir mais.